INTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE GETULIO VARGAS

Fundado em 14 de junho de 1995

terça-feira, 2 de maio de 2017

I Fórum Sul-brasileiro dos Institutos Históricos - Cronograma das Comunicações Temáticas!

A sessão de apresentação ocorrerá na sexta-feira, dia 19 de maio, a partir das 8h da manhã, na sede da Academia Passo-Fundense de Letras.



Lista de comunicações:
- Entre ferroviários aposentados, oralidades e museus: um relato sobre o Projeto Cultural
“A tecnologia resgatando a memória ferroviária do Rio Grande Do Sul”
Yuri Schönardie Rapkiewicz (UFRGS) e Ícaro Estivalet (UNISINOS)

- Vida nos trilhos: Ensino, Pesquisa e Extensão em Antropologia Visual
Guillermo Stefano Rosa Gómez (UFRGS) e Claudia Turra Magni (LEPPAIS/UFPel)

- A gênese do Centro de Preservação da História Ferroviária do RS
Cinara Isolde Koch Lewinski (Museu do Trem/UNISINOS)

- Ramal Férreo Quatro Irmãos - Erebango e a Jewish Colonization Association Isabel Rosa Gritti (UFFS)

- Ferrovia e colonização: o projeto de construção de um ramal ferroviário concedido à  Rio Grande Nord-West-Bahn Gesellschaft (1897-1901)
Rosane Marcia Neumann (IHSL/UPF)

- No tramado dos trilhos: desenvolvimento econômico e integração regional
(Fronteira Oeste, início do século XX)
Márcia Solange Volkmer (IHGVT/UNIVATES)

- Ferrovia do Trigo: uma história sobre trilhos (1940-1980)
Cristiane Secchi Luceno e Márcia Solange Volkmer (IHGVT/UNIVATES)

- A Viação Férrea no Município de São Luiz Gonzaga
Jardel Magalhães Tobias (IHGSLS)

- "Ferroviária, não... Cemitério!”
Ney Eduardo Possapp d'Avila (IHGGV)

- O trem e a bola: notas sobre os times do segmento ferroviário no RS

Marco Antônio Damian (IHPF)

quarta-feira, 26 de abril de 2017

I Fórum Sul-brasileiro de Institutos Históricos: de 18 a 20 de maio em Passo Fundo

Ferrovias: território, sociedade e memória é o tema do Fórum Sul-Brasileiro de Institutos Históricos que acontece entre os dias 18 e 20 de maio na cidade de Passo Fundo. O Fórum é uma realizado numa parceria entre o Instituto Histórico e Geográfico do RS (IHGRS), Instituto Histórico de Passo Fundo (IHPF) e Instituto Histórico e Geográfico de Getúlio Vargas (IHGGV). 


Programação:

Quinta-feira
18 de maio de 2017
18h – Credenciamento e recepção
Local: Instituto Histórico de Passo Fundo

19h 30min – Solenidade de Abertura
Local: Teatro Municipal Múcio de Castro

20h – Conferência de Abertura
Local: Teatro Municipal Múcio de Castro

A cidade ferroviária: memórias
Apio Claúdio Beltrão – IHGRGS
Mediação: Neivo A. Fabris – IHGGV

Sexta-feira
19 de maio de 2017
Manhã
09h – Comunicações Temáticas dos Institutos Históricos (A lista de comunicações será divulgada a partir do dia 25/04)

Tarde
14h – Mesa Redonda
Ferrovias, patrimônio e memórias: múltiplas perspectivas
Local: Academia Passo-Fundense de Letras
Mediação: Fernando Miranda – IHPF

Ana Paula Wickert – SEPLAN/PMPF
Alice Bemvenuti – ULBRA/Canoas
Intervalo
Adriana Romero Lopes – IFRS/Bento
Márcio Assad – CMFL/Lapa

18h – Lançamento de livros
Local: Instituto Histórico de Passo Fundo

Noite
19h30min – Mesa Redonda
Local: Teatro Municipal Múcio de Castro

Ferrovias no/do sul do Brasil
Augusto César Zeferino – IHGSC
Gladis Wolff – MMICS/Gaurama
Kallil Assad – IHGPR
Mediação: Miguel F. do Espírito Santo – IHGRGS

Sábado
20 de maio de 2017


9h – Fórum dos Institutos de Históricos

terça-feira, 12 de julho de 2016

Documentos revelam fatos anteriores à criação do município

    Esta em fase de conclusão a digitalização de correspondências das primeiras décadas do século passado, quando a atual cidade de Getúlio Vargas ainda era a sede do Segundo Distrito de Erechim. O acervo conta também com correspondências de Rio Toldo, Erebango e de missivas posteriores à instalação do município emancipado em 18 de dezembro de 1934.

Correspondências datam do período anterior a criação do
município de Getúlio Vargas e estão sendo digitalizadas
pelo IHGGV. 

O trabalho vem sendo realizado pelo Instituto Histórico e Geográfico de Getúlio Vargas. De acordo com o presidente da instituição, o conteúdo dos documentos cedidos pelo Arquivo Histórico Juarez Miguel Illa Font vão ser disponibilizados para pesquisa. Para o professor Neivo Fabris, as cartas versam sobre questões de ordem administrativa, institucional, religiosa e política, entre outras.

No dia 14 de junho o IHGGV completou 21 anos. Neste sábado (09), ás 10 horas, acontece na sede localizada junto ao Centro Municipal da Cultura a reunião mensal dos associados. O encontro é aberto aos interessados.
Fonte: A FOLHA REGIONAL
Edição de 08 de julho de 2016
Página 03 com chamada de capa.

Programação do IHPF nos 122 anos da Batalha de Passo Fundo

Também conhecida como Batalha do Pulador, numa alusão a localidade próxima da cidade de Passo Fundo, o mais sangrento combate da Revolução Federalista completou 122 na segunda-feira (27). O episódio, que tem sido tema de pesquisa, levou o Instituto Histórico de Passo Fundo (IHPF) a realizar uma programação especial marcada por exposição temática, ciclo de palestras e visita ao Distrito do Pulador.

Abertura do painel sobre a Batalha de Passo Fundo realizado no
Teatro Múcio de Castro.

Marco da Batalha de Passo Fundo ocorrida no dia
27 de abril de 1894. 

Visita aos Marcos da Batalha de Passo Fundo instalados
no Distrito do Pulador, interior de Passo Fundo. 

A programação teve início na tarde de sexta-feira (23) com a visita as obras da nova sede do IHPF e coletiva a imprensa. Às 17 horas foi aberta a exposição “Flagrante da Revolução Federalista”, no Espaço Cultural Nicoleit & Oro, junto ao 1º Tabelionato de Passo Fundo. Ele está localizado na esquina da Av. General Neto com a Rua Independência, no centro da cidade, e a exposição continuará aberta ao público até o dia 29 de junho.
A noite as portas do Teatro Municipal Múcio de Castro foram abertas para o ciclo de palestras que reuniu estudantes, acadêmicos, pesquisadores e integrantes de entidades culturais. O presidente do IHPF, Fernando Miranda, apresentou o resultado de sua pesquisa acerca dos aspectos urbanos da cidade de passo fundo na década da Revolução. Atendendo o convite dos organizadores, Miguel Frederico do Espírito Santo, presidente do Instituto Histórico e Geográfico do RS, participou de toda a programação, e sua conferência abordou o contexto político-econômico do período. O último painel ficou a cargo do historiador Ney Eduardo Possap d’Avila, que tratou da temática central. A presidente da Academia Passo-Fundense de Letras, Dilce Corteze, mediou os trabalhos.

Na manhã de sábado (25) após recepção na Academia Passo-Fundense de Letras, foi realizada a visita aos marcos da Revolução Federalista, no Distrito do Pulador. Cada um dos marcos presta homenagem aos grupos contrários que se envolveram na violenta batalha que durou cerca de seis horas. Ela ocorreu no dia 27 de junho de 1894, e deixou centenas de mortos e aproximadamente mil feridos, segundo pesquisa de Ney d’Avila. No encerramento da programação, que contou com o apoio da Secretaria Municipal da Cultura, foi servido um almoço de confraternização na sede da Fazenda Tropeiro Camponês. 

quarta-feira, 22 de junho de 2016

A Batalha de Passo Fundo - 27 de junho de 1894

A Batalha de Passo Fundo ocorrida no dia 27 de junho de 1894 a duas léguas do cento da cidade de Passo Fundo, na área rural do 1º distrito do município. Enfrentaram-se tropas republicanas, os “pica-paus”, e tropas federalistas, os “maragatos”.
            A Batalha de Passo Fundo é considerada a maior batalha ocorrida durante a guerra civil de 1893 a 1895, a denominada Revolução Federalista. Não obstante, após seis horas de combate, algumas centenas de mortos e cerca de um milhar de feridos, a Batalha de Passo Fundo cessou sem vencedores, nem vencidos, ao menos dum ponto de vista estritamente militar. Desde um ponto de vista político a Batalha de Passo Fundo marcou a derrota dos federalistas e o encaminhamento da pacificação, assinada um ano após, em 24 de agosto de 1895.   
            As forças legalistas, republicanas, estavam constituídas, basicamente, pela Divisão do Norte, organizada por Pinheiro Machado e comandada pelo General Rodrigues Lima. Ao lado da DN lutaram as duas guardas passo-fundenses, a Municipal e a Republicana, esta conhecida como “Treme Terra”, o pequeno destacamento da Brigada Militar, sediado em Passo Fundo, e um contingente recrutado na zona colonial italiana, comandado por um ex-militar italiano. 
As forças insurgentes, federalistas ou “maragatas”, estavam constituídas pelo Exército Libertador comandado por Gumercindo Saraiva e o Exército Libertador comandado por Prestes Guimarães, formado principalmente pelos “serranos” (recrutados na região de Passo Fundo). Além destes, três grupamentos paranaenses, o Batalhão dos Polacos comandado pelo coronel Anton Bodziak, o Batalhão dos Italianos comandado pelo coronel Leoni Colombo e o 8º Regimento de Curitiba. Também marinheiros revoltosos da equipagem do Cruzador Aquidaban, o Capitão de Fragata Alexandrino de Alencar, comandante, o Cirurgião da Armada, doutor Bicalho Hungria, e alguns tenentes.
Os “maragatos” foram desfavorecidos pelo terreno, antecipadamente escolhido pelo General Lima para surpreende-los e dar-lhes combate. A Cavalaria, principal força tática maragata, pouco pode fazer, banhados protegiam as posições dos “pica-paus”. Ademais os grupamentos cavalarianos federalistas estavam bastante desfalcados e mal montados. Desenhadores, pintores, improvisados atores e contadores de “estórias” costumam representar a Batalha de Passo Fundo como havendo sido em embate de Cavalarias. Nada mais falso, a Batalha de Passo Fundo foi uma sangrenta luta entre infantes aos quais pouca proteção puderam oferecer os cavalarianos.
Ao entardecer do dia 27, uma quarta-feira, os combatentes federalistas recuaram para o Pinheiro Torto, onde pernoitaram. Ao romper da aurora do dia 28 tomaram a estrada do Tope em direção a Soledade. Um contingente ao mando do coronel Verríssimo permaneceu em Passo Fundo. Os republicanos ficaram estacionados na Fazenda de Antônio Mello por mais dois ou três dias. No dia 1º de julho os últimos grupos transitaram pelo povoado do Carasinho, onde o coronel Lolico, com um pequeno destacamento, permaneceu guarnecendo. Os “pica-paus” seguiram pela estrada de Cruz Alta.
Ney Eduardo Possapp d’Avila

Mestre em História   

Flagrantes da Revolução Federalista (1893 – 1895)

O Instituto Histórico de Passo Fundo (IHPF) realiza no dia 24 e 25 de junho mais um evento cultural tendo como tema a Revolução Federalista e a Batalha de Passo Fundo. Apontada como uma das mais sangrentas batalhas do conflito que colocou em lados opostos Federalistas e Republicanos, ocorreu no dia 27 de junho de 1894 no atual Distrito de Pulador interior do município.

Teatro Municipal Múcio de Castro
Foto Vinícius Coimbra/ONacional

A abertura está programada para as 19h30min de sexta-feira (24), no Teatro Municipal Múcio de Castro, número 792 da Avenida Brasil, A primeira palestra da noite será do historiador Ney Eduardo Possapp d’Avila que vai abordar “A Revolução Federalista e a Batalha do Pulador”. Na sequencia Fernando Borgmann Severo de Miranda, presidente da entidade promotora apresenta o painel “Aspectos urbanos da cidade de Passo Fundo na década da Revolução”.
O Contexto Político da Revolução Federalista será o tema da conferência de Miguel Frederico do Espírito Santo, presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul (IHGRS). Além dos associados do IHPF são aguardados pesquisadores da área, professores e acadêmicos dos cursos de História. O evento é aberto ao público.
Na manhã de sábado (25) a programação terá continuidade com a visita solene aos marcos da Revolução Federalista, no Distrito do Pulador. Edificados no início do século passado eles marcam a posição inicial das tropas dos seguidores de Júlio de Castilhos e de Gaspar Silveira Martins para a batalha que durou mais de seis horas, com grande número de mortos e feridos Anualmente tradicionalistas de Passo Fundo encenam no local a batalha ocorrida há mais de cento e vinte anos

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Institutos Históricos e Geográficos realizam encontro em Lajeado

Dirigentes dos Institutos Históricos na sessão de abertura do V Fórum.
Imigração e Germanidade no Sul do Brasil foi o tema das comunicações.
Foto oficial do evento realizado na UNIVATES, em Lajeado. 
O presidente do IHGGV no momento da entrega do livro Erechim - Retratos
do Passado Memórias no Presente -, ao historiador Renato José Lopes,
presidente do IHG de Santo Antônio da Patrulha.
Entrega do Livro Erechim - Retratos do Passado Memórias no Presente
as dirigentes do IHG do Vale do Taquari, entidade anfitriã do evento.
O historiador René Gertz, da PUC/RS conferencista da noite
com os dirigentes do IHGVT e IHGGV.

Com o tema “Imigração e Germanidade no Sul do Brasil: contextos e fontes de pesquisa” foi realizado no último dia quatro, o encontro dos Institutos Históricos e Geográficos do RS. Na sua quinta edição, o evento aconteceu no prédio 11 do campus da Univates tendo como anfitrião o Instituto Histórico e Geográfico do Vale do Taquari.
         Além da delegação do Instituto Histórico e Geográfico do RS marcaram presença representante dos Institutos de Getúlio Vargas, Santo Antônio da Patrulha, Alegrete, Pelotas, São Leopoldo e Santo Angelo. Após a abertura oficial os dirigentes das entidades fizeram um relato das atividades realizadas desde o último encontro, realizado na cidade de Alegrete.
         Durante a tarde foram apresentados os trabalhos com foco na temática proposta. O presidente do IHG de Santo Antônio da Patrulha abordou o tema “A Imigração Germânica no Litoral Norte”, seguido por Ronaldo Anderson Pereira Corrêa, do IHG de Alegrete, que falou acerca do “Movimento Operário: a presença de imigrantes e estrangeiros (1898 – 1929)”.
         O escritor, pesquisador e jornalista Euclides Torres foi empossado como Sócio Correspondente do IHG do RS durante solenidade presidida pelo presidente da entidade, Dr. Miguel Frederico do Espírito Santo.  Para marcar sua entrada no instituto que neste ano completa 93 anos, Torres falou sobre seu mais novo trabalho: “A atuação de antigo brummer na região de Caçapava”.
         Para a conferência, que marcou o encerramento do encontro, foi convidado o Prof. Dr. René Gertz. Professor do Departamento de História da PUC/RS e aposentado da UFRGS, Gertz falou sobre sua trajetória de quatro décadas como docente, pesquisador e escritor, tendo como foco “A Germanidade no Brasil”.

         O VI Encontro dos Institutos Históricos será realizado em data a ser definida em Porto Alegre. Dentre as deliberações aprovadas, a alternância dos encontros deverá ocorrer seguindo a sequencia um encontro na Capital, outro no interior.